quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Reynaldo Gianecchini lança sua biografia em São Paulo


Muito simpático com os fãs e com a imprensa, Reynaldo Gianecchini participou, nesta terça-feira (11), de uma coletiva de lançamento de sua biografia. O evento, realizado na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, reuniu autor e biografado para um rápido bate-papo com a imprensa e com os fãs.
O livro "Giane - Vida, Arte e Luta" é o resultado de um rápido (mas intenso) trabalho de apuração do jornalista Guilherme Fiuza (autor de “Meu Nome Não é Johnny”). O diagnóstico de câncer, realizado no ano passado, é o momento que abre a história. Para Gianecchini, a escolha fez todo sentido, pois a doença foi crucial para que ele mesmo mudasse de postura. "A vida inteira ganhou outro significado. Eu comecei a fazer um exercício de olhar para as coisas com calma. Não que eu tenha virado zen, mas, hoje, me recupero muito mais rápido de um estresse. Foi meu maior ganho”, disse.
A obra promete retratar a vida pessoal e profissional de Gianecchini de forma transparente e verdadeira, abordando, inclusive, assuntos polêmicos, entre eles os boatos sobre sua sexualidade, que o acompanham desde o início da carreira de ator.
Visivelmente incomodado com o tema, Gianecchini afirmou que foi preciso inseri-lo na biografia. “Não tem como falar da minha vida sem falar disso”, afirmou, completando que sempre preferiu evitar tocar no assunto para não fortalecer a boataria. “Sei que a verdade fala por si só e que o boato sempre morre na praia”.
Fiuza revelou também que durante a fase de entrevistas para o livro, Gianecchini repetia a frase: “Se foi publicado, é mentira. O resto eu posso estar fazendo”. O próprio ator garante que não se incomoda com os constantes rumores de novos romances que a imprensa lhe atribui. “Na verdade, se eu fizesse pelo menos 10% do que dizem que fiz, minha vida seria bem mais divertida”.
Sua separação de Marília Gabriela, com quem ficou casado por 8 anos, também foi retratada no livro e, para o ator, esse é um dos trechos mais emocionantes da obra. “Me emocionei muito com o capítulo da separação. O Fiuza a retratou com uma poesia muito grande", elogiou.

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