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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Trio da Huanna assina com a Som Livre



É cada vez mais difícil um artista fechar contrato com uma gravadora, mas pra quem tem história consagrada com sucessos que marcaram durante sua trajetória, é diferente. Quem pode afirmar isso é a galera do Trio da Huanna que hoje super felizes comemoram o fechamento de contrato com uma das mais renomadas gravadoras do cenário musical, a Som Livre.

 A banda já se encontra em estúdio preparando música nova para todo Brasil!

quinta-feira, 25 de julho de 2019

BAHIA: João Roma é indicado a prêmio que elege os deputados mais destacados do Congresso


João Roma
Após ser indicado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) como um dos parlamentares mais influentes do Congresso Nacional, o deputado federal estreante, João Roma (PRB/BA), agora concorre ao prêmio “Congresso em Foco” que destaca as melhores performances dos congressistas na atividade legislativa. Com o objetivo de estimular a cidadania a fiscalizar os representantes eleitos, ao mesmo tempo em que reconhece o bom trabalho parlamentar, o prêmio chega a sua 12ª edição e irá premiar os parlamentares através de três filtros: votação popular, júri especializado e jornalistas que cobrem o Congresso. A votação pela internet estará disponível a partir da próxima quinta-feira (1), através do site www.congressoemfoco.uol.com.br, e qualquer pessoa poderá registrar seu voto até o dia 31 de agosto. Os vencedores serão anunciados em cerimônia marcada para 19 de setembro.

SALVADOR: Shopping tem princípio de incêndio e é evacuado pela segurança


Shopping Bela Vista
O Shopping Bela Vista, localizado no bairro do Cabula, teve um princípio de incêndio na manhã desta quinta-feira (25). A segurança do local prontamente emitiu alerta e evacuado o shopping. Segundo informações da TV Record, o acidente teve origem na praça de alimentação, mais precisamente no Burguer King. O Corpo de Bombeiros está no local.

BRASIL: Bolsonaro também foi alvo de ataques de grupo hacker, diz Ministério da Justiça


Jair Bolsonaro (PSL)
O grupo hacker preso na terça-feira, 23 , atacou celulares do presidente da República, Jair Bolsonaro. A informação foi transmitida pela Polícia Federal ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e já foi encaminhada ao presidente. Quatro pessoas presas sob suspeita de invasão de celular de até 1.000 autoridades estão custodiadas em Brasília. Na nota, o MJSP diz que, segundo a PF, “aparelhos celulares utilizados pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, foram alvos de ataques pelo grupo de hackers preso na última terça feira (23)”. “Por questão de segurança nacional, o fato foi devidamente comunicado ao presidente da República”, acrescenta a nota (leia na íntegra abaixo), que não informa se foi extraído conteúdo de conversas de aparelhos do presidente. O Estadão mostrou nesta quinta que a investigadores da Operação Spoofing, Walter Delgatti Neto, o “Vermelho”, um dos presos, afirmou ter dado ao jornalista Glenn Greenwald acesso a informações capturadas do aplicativo Telegram. A defesa do jornalista, fundador do site The Intercept Brasil, disse, em nota, que “não comenta assuntos relacionados à identidade de suas fontes anônimas”. A Polícia Federal tem indícios de que os quatro suspeitos presos são os mesmos que acessaram conversas trocadas pelo Telegram de altas autoridades dos Três Poderes, entre elas o ministro da Justiça, Sérgio Moro; procuradores da Lava Jato; o ministro da Economia, Paulo Guedes; e a líder do governo Bolsonaro no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP). As provas foram encontradas em perícias, buscas e apreensões e baseadas em depoimentos dos presos realizados nesta terça. O The Intercept Brasil tem divulgado desde 9 de junho mensagens trocadas entre Moro e procuradores da Lava Jato, relativas ao período em que ele era juiz do caso em Curitiba. O site sustenta que recebeu o conteúdo de fonte anônima. A informação de que Walter “Vermelho” relatou ter contato com Greenwald foi confirmada ao Estado por duas altas fontes da operação. Segundo elas, o hacker disse conhecer o jornalista. A reportagem não conseguiu confirmar se presencialmente ou se eles teriam tido apenas contato virtual.
Estadão

quarta-feira, 24 de julho de 2019

IBICARAÍ: Lula Brandão participa de audiência em Salvador para solicitar reforma do Complexo Policial


ASCOM Ibicaraí

O prefeito de Ibicaraí, Lula Brandão, viajou para Salvador na tarde de ontem, terça-feira, dia 23, para tratar de assuntos de interesse da administração municipal e do município. O prefeito teve audiência no final da manhã de hoje, quarta-feira, dia 24, na sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado, com o Secretário Dr. Mauricio Barbosa.
 A pauta da audiência foi a reforma do prédio do Complexo Policial de Ibicaraí, tendo em vista que Ibicaraí é um micro polo financeiro com vários bancos e lotéricas, além de um comércio forte e pujante. O prefeito aproveitou a oportunidade e visitou o Subsecretário de Segurança Pública, Dr. Ari Pereira, e pautou algumas demandas. Brandão saiu da audiência com boas perspectivas para a segurança pública municipal.
“Foi mais de uma hora de conversa com o Dr. Mauricio Barbosa sobre o estado do prédio e da necessidade de reformar e modernizar o local. “Nosso Complexo Policial precisa urgentemente de uma reforma. Hoje o prédio funciona de forma precária. Atendemos dois municípios e precisamos de um mínimo de infraestrutura. Para melhorar a segurança pública da nossa cidade é preciso começar melhorando as condições de trabalho dos nossos policiais. Quero ressaltar o excelente e preventivo trabalho que Polícia Militar já faz na cidade”, disse o prefeito.
O prefeito ainda terá outras audiências durante sua estadia na capital do Estado.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

FLORESTA AZUL: PREFEITA GICÉLIA SANTANA CONTEMPLA CONSELHO TUTELAR COM UM CARRO NOVO E KIT DE COMPUTADORES.

A Prefeita Gicélia Santana através do Deputado Federal Ronaldo Carletto, contemplaram o Conselho tutelar local com um kit de cinco computadores (Um para cada conselheiro) e um carro 0 km que foi entregue aos conselheiros locais na última terça-feira, 16/07.
Na entrega do material, a prefeita falou da sua satisfação em ajudar os conselheiros com os equipamentos, já que eles estavam lutando e buscando conseguir desde 2011. 
Os objetos foram adquiridos através de uma emenda federal do deputado Ronaldo Carletto, e ajudarão a fortalecer os atendimentos, deslocamentos e fiscalizações para que a garantia de direitos das crianças e adolescentes sejam ainda mais eficientes e eficazes.
Matéria: Adenaldo JR e Verônica Sodré

BRASIL: Inquérito do caso Adélio desconstrói fake news sobre facada em Bolsonaro, diz delegado


Adélio Bispo
Passados dez meses desde que Adélio Bispo desferiu uma facada no então candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), a Polícia Federal tem direcionado esforços para investigar se ele agiu sozinho. Até agora, segundo Rodrigo Morais, delegado responsável pelo caso, não há indicativo de que outras pessoas estejam envolvidas.”Na verdade, a gente tem desconstruído muitas fake news que apontam participação de outras pessoas. Temos demonstrado, através de perícia e outras diligências policiais, que muitas não procedem”, afirma. A polícia considera que já ficou comprovado que Adélio estava sozinho no ato de campanha no centro de Juiz de Fora (MG) quando atacou Bolsonaro, em setembro de 2018. Contudo, ainda apura se alguém o incentivou ou custeou suas despesas.
Entre os boatos que circulam na internet e que são checados pela investigação está o vídeo “Facada no mito”, uma teoria conspiratória que diz que Bolsonaro teria forjado o ataque a si mesmo. O vídeo de quase uma hora tem mais de 1 milhão de visualizações no YouTube. Outro vídeo que foi apurado chegou a ser compartilhado pelo próprio presidente Bolsonaro em seu perfil no Twitter, no dia 11 de junho. Nele, o advogado de defesa de Adélio, Zanone Manuel de Oliveira, abordado em Juiz de Fora (MG) por uma mulher, responde à pergunta “a quem interessa esconder quem mandou matar Bolsonaro” dizendo: “a pessoa que me pagou”. No mesmo vídeo, o advogado diz que teve despesas bancadas por emissoras de televisão. Na última segunda-feira (15), Zanone prestou depoimento à Polícia Federal para esclarecer as afirmações. À reportagem ele disse que se referia a jornalistas que insistiram em pagar almoços, jantares ou cafés quando se encontravam para entrevistas sobre o caso. Ele também afirma que, quando falou sobre despesas pagas por emissoras, referia-se a uma viagem a Campo Grande (MS) -onde Adélio está preso- paga por um canal que queria uma entrevista com seu cliente. Em depoimento, Zanone manteve a versão que tem contado desde que assumiu o caso. Segundo ele, um dia depois do atentado a Bolsonaro, uma pessoa o procurou e pagou R$ 5.000 adiantados. Com a repercussão, porém, a pessoa, que frequentava a mesma igreja de Adélio, sumiu. O advogado decidiu seguir com a defesa mesmo assim. À PF Zanone contou ainda que quem o contratou seria de Montes Claros (MG). Em março, a polícia fez um pedido para que a Advocacia-Geral da União (AGU) entre com recurso contra a decisão do Tribunal Federal da 1ª Região, que suspendeu as investigações sobre o advogado. “Infelizmente, a pessoa não voltou para acabar de acertar. Eu não teria colocado aquela equipe toda, no início, se eu não estivesse na esperança de celebrar um contrato grande”, diz Zanone. Segundo o delegado Rodrigo Morais, o inquérito, que corre em sigilo, é acompanhado desde o início pelo advogado de Bolsonaro. Ele teria, inclusive, proposto algumas diligências à investigação. “Ele é vítima, ele é parte interessada, o advogado dele acompanha o inquérito. Para ele não teria sigilo não”, explica. Passados dez meses do crime, a investigação já ouviu mais de 100 pessoas que conviveram ou encontraram com Adélio nos últimos anos. O prazo de conclusão do inquérito vence no final de agosto, mas ele pode ser prorrogado. A PF ainda deve ouvir mais pessoas e periciar materiais. “A ideia é encerrar todas as possibilidades. Não deixar nenhuma dúvida”, afirma o delegado.
Folha de S. Paulo

BRASIL: ‘Por que essa pressão em cima de um filho meu?’, questiona Bolsonaro sobre Eduardo


Jair Bolsonaro (PSL)
O presidente Jair Bolsonaro reagiu nesta quinta-feira (18) às críticas contra a indicação de seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para o posto de embaixador nos Estados Unidos. Na saída do Palácio do Alvorada, onde parou para cumprimentar simpatizantes, ele questionou por que há tanta polêmica sobre o assunto, já que, segundo ele, indicações políticas são feitas também em outros países para postos diplomáticos. “Por que essa pressão em cima de um filho meu? Ele é competente ou não é competente? Dentro do quadro das indicações políticas, vários países fazem isso. E é legal fazer no Brasil também”, disse. O presidente citou como exemplo a indicação do ex-deputado federal Tilden Santiago (PT-MG) para o posto de embaixador em Cuba pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “O Tilden Santiago não foi reeleito em 2002, foi ser embaixador em Cuba, ninguém falou nada”, disse. Bolsonaro ressaltou que não há impedimento na indicação e disse que ela atende o interesse público, uma vez que Eduardo teria boa relação com o governo do presidente Donald Trump. “Tem algum impedimento? Não tem impedimento. Atende o interesse publico. Qual o grande papel do embaixador? Não é o bom relacionamento com o chefe de estado daquele outro país? Atende isso? Atende. É simples o negócio”, disse. O porta-voz da Presidência da República, general Otávio Rêgo Barros, afirmou na terça-feira (16) que o Palácio do Itamaraty já tem pronta uma minuta do documento pelo qual o governo dos Estados Unidos será consultado sobre a indicação. Em outra frente, o Palácio do Planalto também negocia a aprovação do nome de Eduardo pelo Legislativo. Bolsonaro já tratou do assunto com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Pelas contas feitas pelo governo, hoje Eduardo teria um placar apertado na Comissão de Relações Exteriores: um apoio de 8 dos 17 integrantes do colegiado.
Por isso, o Palácio do Planalto já admite a possibilidade de que o tema seja levado ao plenário, onde o governo teria vantagem.
Folha de S. Paulo

BRASIL: Procurador da força-tarefa no Rio vê ‘momento mais grave’ para Lava Jato


Leonardo Cardoso de Freitas diz esperar que decisão de Toffoli seja revertida pelo Supremo
Integrante da força-tarefa da Lava Jato no Rio, o procurador Leonardo Cardoso de Freitas disse que a decisão do ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo, deixa a operação em seu momento mais grave. “É a primeira vez, pelo que lembro, que uma generalidade de casos nossos está em risco.” Ele ressaltou que a escolha de recorrer ou não da decisão cabe à Procuradoria-Geral da República, mas que, para a força-tarefa fluminense, esta é a opção acertada. Segundo Cardoso, a suspensão imposta por Toffoli dificulta o combate aos crimes de lavagem de dinheiro, que não se restringem a casos de corrupção praticada por políticos. “Qualquer crime que tenha efeito patrimonial obriga o criminoso a lavar”. Leia mais no Estadão.

BRASIL: Moro diz que juízes têm o dever de recusar benefícios excessivos para delatores

Foto: Dida Sampaio / Estadão

Sergio Moro
O ministro da Justiça, Sergio Moro, afirmou nesta quinta-feira (18) que juízes têm o dever de recusar ou exigir mudanças em acordos de colaboração premiada que ofereçam benefícios excessivos a criminosos interessados em cooperar com a Justiça. “O juiz tem não só o poder, mas o dever legal de não homologar ou de exigir mudanças em acordos de colaboração excessivamente generosos com criminosos”, disse Moro no Twitter. “Não foi, aliás, essa a crítica a acordos como os dos sócios da JBS (que não passaram por mim)?” Reportagem publicada pela Folha de S.Paulo nesta quinta, baseada em mensagens privadas de procuradores da Operação Lava Jato obtidas pelo site The Intercept Brasil, mostra que Moro interferiu nas negociações com executivos da Camargo Corrêa que se tornaram delatores em 2015, quando era o juiz responsável pelas ações da Lava Jato no Paraná. A Lei das Organizações Criminosas, de 2013, que estabelece regras para os acordos de colaboração premiada, diz que os juízes não devem participar das negociações e têm como obrigação apenas “verificar sua regularidade, legalidade e voluntariedade”, após a assinatura dos acordos. A lei prevê que as informações fornecidas pelos colaboradores e os benefícios oferecidos em troca de sua cooperação sejam avaliados pelo juiz na sentença, ao final do processo judicial, após terem sido submetidos a questionamentos da defesa dos acusados pelos delatores. Embora os juízes possam se recusar a homologar os acordos, ou mesmo propor modificações após examinar seus termos, como o ministro argumentou nesta quinta, não foi isso que ocorreu no caso das delações da Camargo Corrêa, de acordo com as mensagens examinadas pela Folha de S.Paulo e pelo Intercept.
Na verdade, os diálogos em que a reportagem se baseou mostram os procuradores da Lava Jato discutindo condições apresentadas por Moro durante as negociações dos acordos, antes das audiências realizadas para sua homologação e antes de qualquer decisão judicial. Moro voltou a criticar a divulgação das mensagens obtidas pelo Intercept. “Mais uma vez, não reconheço a autenticidade de supostas mensagens minhas ou de terceiros, mas, se tiverem algo sério e autêntico, publiquem. Até lá não posso concordar com sensacionalismo e violação criminosa de privacidade.” O acordo fechado pela Procuradoria-Geral da República com os donos da JBS em 2017 concedeu imunidade aos colaboradores contra ações penais e foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal. Os procuradores sempre justificaram a concessão do benefício apontando o valor da colaboração do empresário Joesley Batista, que gravou uma conversa comprometedora com o então presidente Michel Temer. Poucos meses depois da homologação do acordo, o Ministério Público Federal propôs sua rescisão após revelações sobre a extensão do envolvimento do ex-procurador Marcello Miller com os donos da JBS, que ele assessorou quando estava de saída da instituição mas ainda não havia se desligado dela. O caso deve ser julgado pelo STF neste ano.
Folha de S. Paulo

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