quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Oposição a Jaques Wagner acha que agora é possível costurar uma união

Enquanto na base do governo estadual pululam nomes como candidatos à sucessão de Jaques Wagner, o tom das oposições é de que a sonhada união no primeiro turno das eleições de Salvador – e consolidada na segunda etapa – deve acontecer em 2014. Apontados como possíveis candidatos, o vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira Lima (PMDB), e o deputado federal Antonio Imbassahy (PSDB) sinalizaram que existem chances palpáveis de que partidos na linha de oposição a Wagner se unam para enfrentar o candidato do governo. E, tendo como novidade, a adesão do PV ao projeto. “Eu nunca tive tanta clareza. Tenho o desejo de ser candidato a governador. Se serei candidato, depende de algumas circunstâncias. Agora se não for, eu não serei empecilho para a construção da unidade. A união das oposições fortalece para um projeto alternativo ao que está aí”, defendeu o peemedebista, que citou o DEM, o PSDB, o PPS e o PV como possíveis aliados nas eleições de 2014. Leia mais na Tribuna.

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