sábado, 1 de novembro de 2014

Jutahy diz que oposição vai cobrar e fiscalizar o tempo inteiro


Jutahy Magalhães Jr. fez seu primeiro discurso de agradecimento ao eleitor na Câmara
Em seu primeiro discurso na Câmara como deputado federal reeleito, pela oitava vez, no qual agradeceu aos eleitores baianos, Jutahy Magalhães Jr. (PSDB) disse que a oposição vai atuar de forma consistente em relação ao governo Dilma Rousseff o tempo inteiro, fiscalizando e cobrando, “porque o Brasil quer que a fiscalização ocorra, independentemente do momento eleitoral”. “Nós estaremos neste plenário combatendo a corrupção, defendendo os bons serviços para a população. Queremos que a inflação esteja sob controle e que haja desenvolvimento”, disse o parlamentar, lembrando ter vibrado com a decisão do Legislativo de derrubar o decreto “bolivariano” que criava os conselhos populares com a clara intenção de usurpar poderes do Legislativo e aparelhar o Estado. Ele voltou a afirmar, como já fizera em sua página no Facebook, que onde a sociedade é maior que o Estado o presidenciável Aécio Neves (PSDB) venceu bem, mas onde o Estado é maior que a sociedade, nós perdemos feio”. “Esta realidade está presente, e não é uma realidade que se distingue por regiões: o Norte contra o Sul, o Nordeste contra o Sudeste. Esta realidade está presente em cada região. Em cada região, existe uma dicotomia entre quem depende do Estado e quem não depende do Estado. Por isso, obviamente, fiquei muito triste (com o resultado da eleição), mas com a consciência tranquila de não estar do lado dos vencedores, porque o que nós desejamos, o que nós queremos para o Brasil é a defesa dos mais pobres, mas a defesa dos mais pobres diante de uma realidade que se constrói, combatendo a inflação aí presente — as pessoas vão perceber isso de forma muito mais clara a partir de 2015 —, uma inflação que corrói os salários principalmente dos mais pobres. Nós queremos um Brasil que tenha eficiência administrativa, com serviços de qualidade para a população, na área da saúde, da segurança pública, da educação. É isso que nós desejamos. Isso significa defender o pobre, defender aquilo de que ele precisa”, afirmou Jutahy, observando querer “um país eticamente sério, em que não haja corrupção nem desvio de conduta”. E acrescentou: “Nesse aspecto, o atual governo rompeu todos os parâmetros em relação à compostura, à decência e à ética na política. O que vai aparecer, no caso da PETROBRAS, vai escandalizar o País: centenas e centenas de agentes políticos e partidários estarão envolvidos nesse lamaçal da Petrobras, e nós vamos ter diante de nós a visão do Brasil e do que acontecia na maior empresa nacional”.

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