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quarta-feira, 20 de abril de 2016

BRASIL: Ameaça a Temer é plano B de Cunha para se salvar


Aliados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já têm a receita para pressionar o vice-presidente Michel Temer a cumprir compromissos firmados para a aprovação do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Eles pretendem manter a ameaça de apoiar a abertura de um pedido de afastamento contra o viceO principal objetivo dos aliados de Cunha é evitar a cassação do mandato dele. Para isso, contam com a ajuda do vice. Exigem que Temer não faça qualquer tipo de interferência no processo que no Conselho de Ética.Esperam, sobretudo, que ele não dê nenhuma declaração desfavorável ao presidente da Câmara.Segundo aliados de Cunha, sempre que Temer for questionado sobre o assunto, deverá dar uma resposta padrão: “Trata-se de um assunto interno da Câmara”. Por ora, não há atritos entre Cunha e Temer. Muito pelo contrário. Os dois se falam por telefone diariamente e, pelo menos uma vez por semana, almoçam ou jantam juntos.
Estadão

BRASIL: Lula chorou três vezes durante votação do impeachment


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou a petistas, na manhã desta terça-feira (19), ter saído três vezes da sala para chorar durante a sessão da Câmara dos deputados que deu prosseguimento ao processo de impeachment. O petista comentou ainda o comportamento da presidente Dilma Rousseff que, sem derramar uma lágrima, pediu que seus auxiliares o consolassem. Nas três vezes, Dilma se manteve impassível. Segundo o relato dos participantes, ele reconheceu os erros que cometeu na composição de alianças e se disse traído por deputados com quem conversou. Ele chamou ministros de canalhas. Ele disse que só tem uma justificativa para a derrota sofrida por Dilma no domingo, já que a presidente poderia fazer aos aliados as mesmas ofertas que Temer: a costura de um acordo para enterrar a Lava Jato. Informações da Folha de S. Paulo.

BRASIL: Desemprego no Brasil sobe para 10,2%, revela pesquisa do IBGE

oto: Divulgação

A taxa de desemprego no trimestre móvel encerrado em fevereiro deste ano foi estimada em 10,2% para a totalidade do país, ficando 1,2 ponto percentual acima da taxa do trimestre encerrado em novembro de 2015 (9%) e superando a do mesmo trimestre do ano anterior, que havia sido de 7,4%. O Brasil tem hoje 10,4 milhões de pessoas sem ocupação. Os dados do desemprego foram divulgados hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio Contínua (Pnad Contínua). Este é o maior resultado da série histórica iniciada em 2012 e atinge pela primeira vez a casa dos dois dígitos. A pesquisa indica que o desemprego atingia no fechamento do trimestre encerrado fevereiro 10,4 milhões de pessoas, crescendo 13,8% (mais 1,3 milhão de pessoas) em relação ao trimestre de setembro a novembro do ano passado. No confronto com igual trimestre do ano passado (dezembro, janeiro e fevereiro) a alta do desemprego chegou a 40,1% (mais 3 milhões de pessoas). Já a população ocupada constatada pelo IBGE no fechamento do trimestre encerrado em fevereiro era de 91,1 milhões de pessoas, apresentando redução de 1,1%, quando comparada com o trimestre de setembro a novembro de 2015 (menos 1 milhão de pessoas). Em comparação com igual trimestre de 2015, houve queda de 1,3% (menos 1,2 milhão de pessoas). Os dados indicam que o número de empregados com carteira assinada no setor privado apresentou queda de 1,5% frente ao trimestre de setembro a novembro de 2015 (menos 527 mil pessoas). Na comparação com igual trimestre do ano anterior, a redução foi de 3,8% (menos 1,4 milhão de pessoas).
Agência Brasil

terça-feira, 19 de abril de 2016

Professores da rede municipal de ensino de Ibicaraí entram em greve

Professores da rede municipal  de Ibicaraí começaram, nesta terça-feira (19), uma greve. Com essa decisão os servidores esperam que a Prefeitura de Ibicaraí  negocie as reivindicações com a categoria. 

BRASIL: Se Dilma sair, STF poderá tirar Cunha da linha sucessória


Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos deputados
A matéria enviada anteriormente contém incorreções no título, no primeiro e segundo parágrafos. Segue a nota corrigida: O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira, 19, que a Corte poderá analisar se o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deverá ser retirado da linha sucessória da Presidência da República caso Dilma Rousseff sofra impeachment. Segundo na linha sucessória presidencial, o parlamentar é réu na Lava Jato, o que o impede de assumir o cargo máximo do Poder Executivo. Gilmar Mendes também mencionou esta hipótese na segunda-feira, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura. Segundo esta tese, Cunha poderia continuar como presidente da Câmara, mas não poderia assumir a presidência da República. “O que eu disse foi a questão da possibilidade de Cunha assumir ou não em substituição”, explicou. “Se for controvertido, (o caso) vai acabar chegando aqui (ao STF).” A Constituição fala que o presidente da República ficará suspenso de suas funções quando o Senado receber denúncia sobre crimes de responsabilidade ou quando o STF receber denúncia sobre infrações penais comuns. “Teria que saber se isso seria aplicado e como seria a eventual substituição”, disse o ministro.
Estadão Conteúdo

BAHIA: Sandro Régis diz que PT afundou país na maior crise da história


Deputado estadual Sandro Régis (DEM)
Rebatendo declarações de deputados petistas que insistiam na sessão plenária desta terça-feira, 19, em criticar a Câmara de Deputados pela votação favorável ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, o líder da Oposição na Assembleia Legislativa, o democrata Sandro Régis, reagiu de forma dura lembrando que o país foi atirado na maior crise econômica, política e moral  da sua história, graças à gestão ineficiente do Partido dos Trabalhadores que também,  protagonizou, segundo ele, um dos maiores escândalos de corrupção do mundo, a partir do esquema criminoso montado na Petrobras. “O PT não enxerga um palmo adiante do seu próprio nariz”,  criticou Sandro Régis, lembrando os 11 mil desempregados que o governo petista criou e a desqualificação internacional do Brasil, com manchetes no mundo inteiro como o país com o maior índice de corrupção. Régis contrapôs os ataques aos deputados que votaram a favor do impeachment e a ao vice Michel Temer dizendo que um governo que não alcança sequer 30% de uma Câmara de 513 parlamentares, demonstra que fracassou e perdeu o respeito e a credibilidade da população e de seus representantes legítimos. Ele lembrou que o Congresso Nacional foi eleito e representa o povo brasileiro e que Temer foi escolhido e votado pelo PT. “Temer só não serve mais porque não atende ao PT?” questionou, ironizando que além de ter sido amigo de Lula, Michel Temer foi tão bom para os petistas que foi escolhido para ser o vice da presidente Dilma em seus dois mandatos consecutivos.

BRASIL: Não haverá trégua a um governo que não consideramos legítimo, diz Rui Falcão


Rui Falcão, presidente do PT
Caso o impeachment seja aprovado pelo Senado e a presidente Dilma Rousseff tenha de deixar o poder, o PT fará forte oposição a um eventual governo comandado por Michel Temer, afirmou nesta terça-feira, 19, o presidente nacional da legenda, Rui Falcão, após encontro com dirigentes da sigla em São Paulo. “Não haverá trégua e nem estabilidade a um governo que carece de voto popular”, disse. Para Falcão, se Temer assumir o poder, o governo poderá ser classificado como antidemocrático, ilegítimo e ilegal. “Não será reconhecido por nós”, afirmou. “Se essa hipótese venha a se confirmar, vamos combater esse programa de retrocesso, de cancelamento de direitos sociais e de privatizações”, acrescentou. Apesar de considerar esta possibilidade, Falcão disse acreditar que o impeachment será rejeitado pelos senadores. “O PT não vai permitir que um cara sem voz e traidor retire os direitos dos trabalhadores desse País”, disse. Para ele, o Senado rejeitará o impeachment porque, dessa vez, haverá uma mobilização maior e mais intensa dos movimentos sociais e sindicais simpáticos ao governo de Dilma Rousseff. “Está ficando mais nítido para a sociedade o que representa esse golpe”, disse Falcão. “E começa a pesar sobre aqueles que se associaram ao golpe um certo ‘envergonhamento’ de verem Cunha (Eduardo Cunha, presidente da Câmara) e Temer juntos”, afirmou. Segundo ele, movimentos sociais e sindicais devem aproveitar o dia 1º de Maio, feriado referente ao Dia do Trabalho, para realizar um grande ato contra o impeachment.
Estadão Conteúdo

BRASIL: PF identifica prejuízo de R$ 1,9 bilhão para Petrobrás em contratos


Esquema de cartel e corrupção na Petrobrás pode ter havido um prejuízo de R$ 1,98 bilhão
Um novo laudo pericial da Polícia Federal aponta que em quatro contratos vencidos pela Andrade Gutierrez dentro do esquema de cartel e corrupção na Petrobrás pode ter havido um prejuízo de R$ 1,98 bilhão. São contratos assinados entre 2006 e 2009 nas refinarias Replan, em Paulínia (SP), Regap, em Minas Gerais, Rlam, na Bahia, e no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que analisados dentro de um conjunto de licitações, confirma a cartelização e o favorecimento ao grupo das 16 empreiteiras que fatiavam obras na estatal. “É possível concluir que as licitações que deram origem aos contratos (…) foram frustradas mediante a atuação direta do cartel composto pela organização criminosa denominada ‘Clube dos 16′. Esses contratos, vencidos pela Construtora Andrade Gutierrez (isoladamente ou consorciada a outras empresas), ocasionaram, em valores atuais, um prejuízo direto de R$ 1.983.185.853,45 à estatal”, informa o laudo 158/2016. O prejuízo direto é “decorrente de propostas com preços artificialmente majorados” informa o documento, datado de 2 de fevereiro e foi anexado nesta segunda-feira, 18, ao inquérito que investiga a participação da Andrade Gutierrez no esquema de cartel e corrupção. Os executivos da empreiteira fecharam neste mês acordo de delação premiada com a Procuradoria Geral da República. “Nas licitações contaminadas pelo cartel há forte tendência de que a empresa escolhida para ser a vencedora tenha como alcançar o maior valor de contrato”. O valor do prejuízo não inclui ainda o que os peritos chamam de prejuízo residual e prejuízo indireto. O primeiro referente ao aumento geral dos preços no mercado, provocado pela cartelização, e o segundo gerado pela falta de competitividade e a decorrente queda na qualidades dos serviços. Leia mais no Estadão.

domingo, 17 de abril de 2016

PLENÁRIO - Sessão Deliberativa - 17/04/2016 - 14:00



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Brasilia: Réu no Supremo e em processo de cassação na Câmara, presidente da Casa é o segundo na linha sucessória de Dilm

O segundo secretário da Mesa Diretora da Câmara, Felipe Bornier, ao lado de Cunha, neste sábado
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), negou que esteja conduzindo o processo de impeachment de Dilma Rousseff de olho no cargo de vice-presidente da República. Ele acusa as suspeitas de virem de pessoas que querem politizar o processo, até porque ele não será presidente da Casa após fevereiro de 2017.
"O presidente da Câmara não é sucessor de ninguém. Existe uma diferença: o vice-presidente da Republica é sucessor do presidente da República e substituto eventual. O presidente da Câmara, assim como o do Senado ou o do Supremo Tribunal Federal (STF), são substitutos eventuais. A sucessão do vice e do presidente jamais é o presidente da Câmara, do Senado ou do STF" afirmou, neste sábado (16), ao deixar o plenário para almoçar.
Para Cunha, as pessoas querem criar um constrangimento para tentar fazer um debate político de outra natureza, o que afirmou "repudiar". "Acho que temos de colocar as coisas em seu devido lugar. Há uma denúncia grave, que é a mais grave do País: o crime de responsabilidade da presidente da República. E será apreciada a sua autorização para abertura de processo no plenário da Câmara dos Deputados. É sobre isso que a gente tem de discutir e é sobre isso que a presidente da República deveria falar", rebateu.
O presidente da Câmara ressaltou ainda que não há a "menor possibilidade" de "qualquer adiamento" do processo de impedimento de Dilma e que a sessão do domingo (17) começará às 14h, com término no mesmo dia.
"Depois de entrar os discursos individuais dos deputados, bastando ter quatro oradores poderemos encerrar a discussão com um simples requerimento. Então vai acabar. A gente vai dosando de acordo com a vontade. Muitos querem falar. Não há nenhuma dúvida de que acabará essa discussão."
Fonte: Estadão Conteúdo

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