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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Todos contra Dengue

Dom Parking informa


BRASIL:'Impeachment não está enterrado’, diz Lula


O ex-presidente Lula
Em reunião realizada na noite da terça-feira, 5, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aconselhou a presidente Dilma Rousseff a aproveitar este mês de recesso do Legislativo para “vender o peixe” do governo, divulgar medidas de estímulo à economia e recuperar o protagonismo político. Para Lula, o impeachment “está morto, mas não enterrado” e Dilma deve convencer a população de que precisa de um voto de confiança por ter o que entregar. Lula desembarcou em Brasília, sem alarde, e jantou com Dilma, ao lado do ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, do presidente do PT, Rui Falcão, e do assessor especial Giles Azevedo, no Palácio da Alvorada. A conversa girou sobre como construir um discurso para o governo e o PT sobreviverem, sob fogo cruzado, neste ano de eleições municipais. O ex-presidente reiterou que é preciso agir rápido para reverter o clima de pessimismo. Preocupado com a queda de popularidade de Dilma, Lula disse que ela precisa viajar mais e visitar locais onde o PT sempre teve boa votação, mas vem perdendo cada vez mais votos. A ideia é que Dilma sempre dê entrevistas nestas cidades, principalmente a rádios do interior, que divulgam a mensagem do governo. Ficou acertado que a presidente fará uma espécie de “road show” para entregar moradias do plano habitacional Minha Casa Minha Vida. Além disso, retomará visitas às obras de transposição do Rio São Francisco. Dilma também pretende inaugurar, ainda neste mês, uma estação de bombeamento de água no Eixo Norte do projeto, em Pernambuco. Lula aconselhou a sucessora a chamar deputados e senadores para conversas logo que eles retornarem a Brasília. Embora as férias do Congresso terminem em 1.º de fevereiro, muitos parlamentares estarão na capital federal antes desta data.
Estadão

SALVADOR: Neto rebate Rui sobre Carnaval: ‘Se não tiver policiamento, diga


As mudanças no Carnaval de Salvador 2016, anunciadas pela Prefeitura de Salvador em novembro último, foram alvo de críticas do governador Rui Costa (PT). O petista chegou a dizer que o Estado, responsável por segurança e saúde, não foi consultado. O prefeito ACM Neto (DEM) rebateu as declarações do governador e frisou que as modificações eram de conhecimento do governo. “Validamos tudo no Conselho do Carnaval. Eram do conhecimento do governo e da Polícia todas as mudanças que estavam sendo feitas. A Saltur informou à SSP e eu avisei que ia fazer o lançamento do carnaval antecipadamente e ninguém se opôs. O governo se calou. Depois veio a reação e eu não entendi. O governador não precisava ter feito a cobrança pública, e eu não sou irresponsável de fazer o Carnaval sem segurança pública”, disse Neto em entrevista à rádio Metrópole nesta manhã. O democrata não poupou palavras e provocou, dizendo que espera posição do Governo do Estado para realizas as festas em outros bairros. “Nós oficializamos o Carnaval do Nordeste de Amaralina e ampliamos o Carnaval de São Caetano e Pau da Lima. Se ele [Rui] não quiser fazer a festa, não faremos, basta ele dizer. Se não tiver policiamento, ele diga. O Carnaval movimenta emprego e renda e é fundamental para a cidade. Essa é a importância econômica do carnaval. A prefeitura vai fazer todos os ajustes necessários para chegar a um entendimento”, afirmou.

Ataques a Wagner prenunciam disputa de 2018 no PT


Ministro Jaques Wagner é o plano B de Lula para 2018
Nos meios brasilienses, os ataques de Rui Falcão, presidente nacional do PT, e do ex-ministro Tarso Genro às declarações recentes do ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, afirmando que o partido se “lambuzou”, são interpretados como ciúme dos dois em relação ao fortalecimento da relação entre o “galego” e o ex-presidente Lula, que anda em baixa. Seria também o prenúncio da grande disputa interna que o PT deverá viver por conta da sucessão presidencial de 2018. Wagner, que teria dado as declarações depois de uma conversa com Lula, o que significa que obteve seu respaldo para falar na “lambança petista”, é o preferido do ex-presidente para disputar a sucessão de Dilma Rousseff no caso de um eventual impedimento seu. Tarso gostaria de estar em seu lugar. Já Falcão, perdeu, para Wagner, a primazia nos conselhos ao ex-presidente. “O baiano é o plano B de Lula para o Planalto em 2018″, diz, em sua coluna “Esplanada”, o jornalista Leandro Mazzini.

BRASIL: Marina diz que Dilma Rousseff não tem mais liderança


Marina Silva
A ex-senadora e ex-candidata a presidente da República Marina Silva (Rede) retomou as críticas à presidente Dilma Rousseff (PT) e afirmou, em entrevista à Rádio Gaúcha, que a adversária “não tem mais a liderança política no País nem maioria no Congresso”. Marina disse que Dilma e o vice-presidente Michel Temer (PMDB) são os responsáveis pelos desmandos geradores, na avaliação dela da crise brasileira e defendeu o processo de cassação da chapa vitoriosa das eleições de 2014 como forma de afastá-los do cargo.”No meu entendimento, o melhor caminho para o Brasil é o processo que está no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), porque teria a cassação da chapa com a comprovação de que o dinheiro da corrupção foi usado para a campanha do vice e da presidente”, afirmou Marina. Como já tinha feito, a ex-senadora procurou não defender o processo de impeachment que tramita na Câmara dos Deputados, mas discordou da tese do governo de que o procedimento aberto pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é golpe.”Impeachment não é golpe. Está previsto na Constituição, foi feito contra (o ex-presidente da República e atual senador, Fernando) Collor, foi pedido pelo PT várias vezes e eles achavam que não era golpe”, afirmou.Marina disse que a Dilma “não disse a verdade” durante a campanha a presidente em 2014 sobre a economia brasileira, o que apenas agravou a situação do País no ano passado, o primeiro do segundo mandato dela. “Se (Dilma) tivesse trabalhado com a verdade, assumiria que corríamos grave risco em relação aos inúmeros problemas que tivemos desde 2008. É engraçado porque (enquanto) países do mundo correram atrás para resolver a crise, disseram que era apenas uma marolinha e chegaram a dar lição de moral até para a Alemanha”, afirmou a ex-senadora, em uma crítica também ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Estadão Conteúdo

BRASIL: Todos os escândalos do PT passam pela Casa Civil’, diz líder do PPS


Rubens Bueno (PPS)
O PPS estuda que medidas tomará em relação ao ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, e sua relação com empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato.”Todos os escândalos do PT passam pela Casa Civil”, disse o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR), citando José Dirceu, Antonio Palocci, Erenice Guerra e a própria presidente Dilma Rousseff, todos nomes que já comandaram a pasta.”É o principal cargo do governo e é preciso ter alguém com relações com o mundo empresarial, da propina, do negócio”, afirmou o parlamentar.Interceptações de mensagens de celular ao qual a reportagem teve acesso indicam que Wagner teria ajudado o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro a negociar liberação de pagamento com o Ministério dos Transportes em 2014. Pinheiro foi condenado a 16 anos de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa no esquema desenvolvido dentro da Petrobras.As mensagens também apontam para supostas tratativas envolvendo Wagner, então governador da Bahia, de financiamento de campanhas da eleição municipal de Salvador em 2012.Procurado desde o final da tarde de quarta-feira, 6, Jaques Wagner ainda não se manifestou.
Estadão Conteúdo

BRASIL: Dilma não cita Wagner, mas diz que todos podem ser investigados


Ministro da Casa Civil e ex-governador Jaques Wagner (PT)
A presidente Dilma Rousseff evitou comentar o aparecimento do nome do ministro Jaques Wagner (Casa Civil) nas investigações da Lava Jato. Questionada sobre o impacto das investigações de um ministro tão próximo a ela, Dilma não citou o nome de Wagner, disse que seu governo apoia todas as investigações, mas destacou que é preciso garantir o direito de defesa. “Eu tenho certeza que poucos governos tiveram uma relação tão clara, tão explícita na garantia das condições de investigações”, disse. Conforme revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo nesta quinta-feira, 7, um conjunto de mensagens telefônicas de texto recolhidas pela Lava Jato revela a proximidade do empreiteiro Léo Pinheiro, da construtora OAS, com importantes nomes ligados, direta ou indiretamente, ao PT e ao governo da presidente Dilma Rousseff: Jaques Wagner, ministro da Casa Civil, Fernando Haddad prefeito de São Paulo, e Aldemir Bendine, presidente da Petrobras. Nenhum dos três é investigado na operação.Dilma disse que todos podem ser investigados e afirmou que ela mesma já deve ter sido alvo de apurações. “Eu tenho clareza que devo ter sido virada do avesso. E tenho clareza também que podem continuar virando dos avessos. Sobre a minha conduta não paira nenhum embaçamento, nenhuma questão pouco clara”, afirmou, ressaltando que apoia “integralmente” o trabalho do Ministério Público e da Polícia Federal.
Estadão Conteúdo

BRASIL: Aprovar a CPMF é questão de saúde pública, diz Dilma


Presidenta Dilma Rousseff
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (7), durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, que a aprovação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) é questão de “saúde pública”. “Não é questão só de reequilíbrio fiscal, mas também é questão de saúde pública. Aprovar a CPMF pode ajudar a resolver o problema da saúde pública no país”, afirmou. A presidenta também comentou que o país precisará de reformas, como a administrativa e a da Previdência. “O Brasil vai ter que encarar a reforma da Previdência”, disse. Perguntada sobre denúncias de corrupção em seu governo, ela disse que foi “virada do avesso”. “Podem continuar me virando do avesso. Não paira sobre mim nenhum embaçamento”. Dilma também afirmou que sua relação com o vice-presidente Michel Temer está “ótima”.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Ivete, horário e crianças talentosas fazem a diferença no “The Voice Kids”



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Carlinhos Brown, Ivete Sangalo e a dupla Victor & Leo na primeira gravação do "The Voice Kids" Caiuá Franco/TV Globo
Primeira estreia do ano na TV aberta, o “The Voice Kids” mostrou que é possível adaptar e melhorar formatos estrangeiros já conhecidos pelo público. A versão infantil da competição musical, apresentada neste domingo (03), conseguiu ser mais atraente e divertida que a original, já vista em quatro temporadas na Globo.
A emissora acertou em cheio na definição dos elementos básicos. Em primeiro lugar, o horário, por volta das 14h. Um concurso protagonizado por crianças não pode ser exibido à noite, como fez a Band com o “MasterChef Junior”. Este é, de fato, um programa “para a família”, como enfatizou Tiago Leifert na publicidade do “The Voice Kids”.
O segundo acerto foi a escolha dos jurados. Ivete Sangalo mostrou segurança, conhecimento, bom humor e jeito para avaliar e interagir com as crianças. A dupla sertaneja Victor & Leo também foi uma boa escolha – bem mais afiados para a tarefa do que Daniel ou Michel Teló. E Carlinhos Brown, mais contido do que na versão adulta, também foi muito bem. “Eu gosto de ovo também”, disse para um menino que falou: “Eu ouvo (sic) mais pop”.
Por fim, mas não menos importante, a seleção inicial se mostrou rigorosa, com ótimos candidatos e boa escolha de repertório. Houve choro de vencedores e abraços emocionados nos eliminados, é verdade, mas a música foi o elemento principal da tarde — e não a pieguice ou a “fofura''. Não por acaso, muita gente no Twitter viu mais qualidade nesta tarde de domingo do que na última edição inteira do “The Voice”.
A grande questão, a acompanhar nos próximos episódios, é se o “The Voice Kids” vai continuar a exibir o frescor mostrado na estreia. “Criança não é adulto pequeno”, observou Ivete, chamando a atenção para o risco de o programa privilegiar jovens que mimetizam figuras adultas. A graça está, justamente, no aspecto infantil da atração.( UOL )

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