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sábado, 27 de julho de 2013

Otto descarta candidatura ao governo e diz que seu projeto é Senado

Otto descarta candidatura ao governo e diz que seu projeto é Senado
Foto: Paloma Batista/ Divulgação

O vice-governador da Bahia e secretário de Infraestrutura, Otto Alencar (PSD), voltou a descartar a possibilidade de participar da disputa nas eleições de 2014. O gestor disse que, apesar de ter até 7% das intenções de voto, à frente do nome apontado como candidato do governo, o chefe da Casa Civil, Rui Costa, segundo as pesquisas Babesp e Seculus, vai caminhar para a briga com o nome escolhido pelo governador Jaques Wagner (PT). “Dentro da estrutura de apoio, nenhum partido poderá lançar candidato a governador. Não estarei em palanques contrários a Wagner”, anunciou. Ainda de acordo com Otto, seu projeto político ainda é tentar uma vaga no Senado. “Eu vi as pesquisas e percebi que um contingente grande de pessoas realmente quer que eu seja governador, mas não posso ser candidato de mim mesmo. Vou trabalhar para viabilizar meu caminho ao Senado, se tudo correr bem”, afirmou. 

Ibicaraí planeja construir um cemitério ao lado do Celem Muito próximo do rio, cemitério pode não conseguir aprovação ambiental

Por: José Nilton Calazans
Grupo Ibicaraí no Facebook

A prefeitura de Ibicaraí avalia a proposta de um empresário de construir um cemitério próximo ao hospital, do lado do Colégio Estadual Luís Eduardo Magalhães. Segundo o plano enviado ao prefeito Lenildo Santana pelo empresário Jonaéliton Ceo Reis, o cemitério abraçaria a escola, ocupando o terreno do lado direito e ao fundo. O portão ficaria próximo da ponte, em frente à entrada para a estrada do Andrezão.

Um dos muros do cemitério ficaria a poucos metros da margem direita do Rio Salgado, o que pode inviabilizar a autorização ambiental. Segundo uma lei federal, a resolução Conama 335, de 2003, "a área prevista para a implantação do cemitério deverá estar a uma distância segura de corpos de água, superficiais e subterrâneos, de forma a garantir sua qualidade, de acordo com estudos apresentados e a critério do órgão licenciador".

Por ser uma área próxima ao rio e de baixada, com risco de inundação e com lençol freático muito próximo do solo, a aprovação ambiental também será dificultada. A legislação exige que "o subsolo da área pretendida para o cemitério deverá ser constituído por materiais com coeficientes de permeabilidade entre 10 -5 e 10 -7 cm/s, na faixa compreendida entre o fundo das sepulturas e o nível do lençol freático, medido no fim da estação das cheias".

Na proposta encaminhada à prefeitura, também é confusa a cobrança para sepultamentos. Na nota oficial divulgada pelo setor de imprensa da prefeitura, informa-se que o terreno será desapropriado, sem referência a processo formal de licitação, e que o mesmo dono do terreno desapropriado será o administrador do cemitério privado.

A prefeitura promete arcar com despesas de enterro de 'indigentes', mas maior parte dos sepultamentos dos ibicaraienses passará a ser paga, com previsão de reajustes da cobrança pelo salário mínimo. O salário mínimo não é um índice oficial de reajustes. - o Grupo Ibicaraí vai continuar acompanhando detalhadamente esse assunto nos próximos dias.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Nota de falecimento



É com pesar que informamos o falecimento do amigo Léo Poty nesta manha (26)
 Léo Poty  era natural de Minas Gerais,baterista aposentado e há 13 anos residia na cidade de Ibicarai.

Nossos sentimentos a família .

Em seis meses, Ibicaraí deixou de receber quase 1 milhão de reais de recursos do FPM

Por José Nilton Calazans
Grupo Ibicaraí no Facebook
Nos primeiros seis meses de 2013, o município recebeu 5,5 milhões de reais do Fundo de Participação dos Municípios. Isso é bem menos que os 6,1 milhões recebidos no mesmo período de 2012. Mais precisamente, é uma queda de mais de meio milhão de reais.

Porém, a perda é ainda maior se considerar a inflação no período. Fazendo o cálculo atualizado pelo INPC, índice que reajusta os salários, os 6,1 milhões de reais de 2012 valeriam 6,5 milhões de reais de hoje. Nessa conta, a perda sobre os 5,5 milhões de 2013 é de 14%, ou de cerca de 1 milhão de reais.

A participação de Ibicaraí no Fundo foi reduzida porque o município registrou queda do número de habitantes. A diminuição da população já vem ocorrendo progressivamente há mais de 15 anos, mas em 2012 o município entrou em uma faixa inferior de população, o que afetou bruscamente o cálculo do repasse do fundo.

Itajuípe, que não sofreu queda de faixa de população, e está em situação melhor que Ibicaraí, porque acusa diminuição do repasse do FPM de apenas 2%, anunciou uma série de demissões na semana passada. Mas, assim como Ibicaraí, não foram feitas medidas mais efetivas, como extinção de secretarias improdutivas e gastos não obrigatórios, como na seleção de futebol. Ibicaraí ainda acumula inchaço na folha de pagamentos, principalmente de comissionados.

Nos últimos meses, Ibicaraí estourou o limite de gastos com pessoal, desrespeitando a Lei de Responsabilidade Fiscal. Com menos recursos entrando, a situação deve piorar daqui para a frente.

Na tabela, a variação mensal de recursos que chegaram por meio do FPM, em comparação com o valor que era previsto para receber.
Retirado no Blog Tribuna de Ibicaraí.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Em "Amor à Vida", Nicole assombra Thales; saiba como a herança da jovem será dividida

  • Em "Amor à Vida", Nicole assombra Thales
    Em "Amor à Vida", Nicole assombra Thales
Em "Amor à Vida", Nicole (Marina Ruy Barbosa) morrerá durante seu casamento com Thales (Ricardo Tozzi), mas voltará para assombrar o marido. O jovem se casou com a socialite para dar um golpe e ficar com sua herança. A cena deve ir ao ar dia 12 de agosto.
Em um primeiro momento, Nicole aparecerá em forma de uma borboleta branca, mas depois irá se personificar na frente de Thales, que estará abalado e traumatizado com a morte da jovem em seus braços. O aspirante a escritor chamará pelo nome da mulher, mas ela não responderá.
Antes de morrer, a jovem fará um testamento e dividirá todos os seus bens, o que deixará a ambiciosa Leila (Fernanda Machado) revoltada. Ela dará uma parte de sua herança para Thales, mas fará ressalvas. O aspirante a escritor, por exemplo, não poderá vender a mansão no bairro do Pacaembu, em São Paulo, e terá que deixar a governanta Lídia (Angela Rebello) viver no local até os últimos dias de sua vida. 
Nicole também deixará uma quantia em dinheiro para o médico Rogério (Daniel Rocha), para que ele termine seus estudos. E outra para o doutor Vinicius (André Garolli), para que ele ajude a curar pessoas com câncer. Pilar (Susana Vieira) receberá algumas joias.
Para se vingar de Leila, que acusou Lídia de roubar suas joias, Nicole deixará uma tiara e uma gargantilha que pertenceram à sua bisavó.
Momentos antes de Nicole morrer e leitura do testamento:
Nicole — Eu sei que a maior parte do que tenho está em dinheiro, e isso facilita as coisas. Eu quero deixar um fundo de dez por cento pros meus três funcionários, a Lídia, o Olavo e o Aurélio. Quero que sejam mantidos no emprego a vida toda, que cuidem do Thales quando eu me for...
Rafael — Tudo mais fica pro seu futuro marido?
Nicole — Não.
Leila — Como assim...não?
Rafael — A Nicole deixou uma boa quantia para o doutor Rogério, a quem agradece a amizade e o apoio.
Rafael — Aqui está, no testamento..."Que ele use esse dinheiro para se especializar, se tornar um medico ainda melhor...e salvar vidas".
Rogério — Eu me comprometo a usar o dinheiro apenas pra custear os meus estudos, pesquisas.
Rafael — Ela também deixou uma boa quantia pro senhor, doutor Vinícius.
Vinícius — Pra mim?
Rafael — Mas ela pede que o senhor use o dinheiro pra tratar de pessoas com câncer, que não podem pagar um tratamento.
Vinícius — Eu vou cumprir o desejo da Nicole.
Rafael — Vamos às joias. Dona Pilar, a falecida lhe deixou uma pulseira de rubis, que pertencia à família há gerações... Está bem discriminada, será fácil localizá-la no espólio.
Pilar — Mas não precisava...
Rafael — A Nicole disse que era... pra que se lembrasse dela.
Pilar — Eu preciso de uma pulseira pra lembrar dessa menina? Ah, meu Deus.
Leila — Nada mais?
Rafael — Para a senhorita, Leila Melo Rodriguez, ela deixa a tiara e a gargantilha que pertenceram à sua bisavó, a baronesa...também  discriminadas.
Leila — A tiara e a gargantilha! Eu pensei que ela ia deixar pra essa aí.
Lídia — Quando eu fiquei sozinha com a Nicole, no quarto do hospital, eu disse pra ela que não queria joia nenhuma... fiz questão.
Leila — Pobre e burra! O resto fica pro Thales?
Rafael — Sim, mas temos algumas ressalvas.
Leila — Ressalvas? Que ressalvas?
Rafael — Como você sabe, no hospital, a Nicole refez o testamento. Eu fiquei surpreendido por algumas disposições.
Nicole — Deixo a minha casa no Pacaembu pro Thales, com uma condição. A Lídia terá o direito de morar nela enquanto viver. A casa não poderá ser vendida, enquanto o meu futuro marido e a Lídia viverem.
Thales — A Nicole não precisava botar isso no testamento. Eu prometi pra ela que ia cuidar da Lídia.
Leila — Nós vamos ter que suportar essa mulher?
Rafael — Se controle, por favor. Tem mais um detalhe. A Nicole estava preocupada com a possibilidade de um súbito falecimento, como ocorreu. Por isso ela deixou um cheque administrativo nominal pra você, Thales. Está aqui.
Rafael — A Nicole sabia que um inventário demora meses. Quis te deixar um bom dinheiro...Um cheque administrativo é o mesmo que dinheiro na mão. É pra que você possa viver bem até a conclusão do inventário. Você já é um homem rico. Ela certamente te amava demais.
Thales — Eu sei. Ela me amava demais.
Depois da leitura do testamento, Leila, que já estará morando com Thales na mansão, sairá para gastar o "dinheiro" do amante. ( UOL )

Governo Dilma é pior avaliado no Rio, estado em que a presidente foi mais bem votada em 2010

BRASÍLIA - A aprovação do governo Dilma Rousseff caiu 24 pontos, de acordo com pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), feita em parceria com o Ibope. No levantamento anterior, de junho, 55% dos entrevistados avaliaram o governo positivamente, fatia que caiu para 31% em dados divulgados nesta quinta-feira. Por estado, Dilma recebeu a pior avaliação no Rio de Janeiro, justamente a unidade da federação em que a atual presidente mais recebeu votos no 2º turno da eleições em 2010, quando obteve 60,5% (4,9 milhões de votos) no terceiro maior colégio eleitoral do país.
A aprovação do governo Dilma no estado é de apenas 19% (com respostas ótimo ou bom). Já o jeito de governar da presidente teve 38% de avaliações positivas no estado, a quarta mais baixa. No caso da confiança na presidente, a pesquisa aponta que 38% dos fluminenses confiam em Dilma.
Além disso, cresceu a fatia de pessoas que consideram o governo ruim ou péssimo, passando de 13% das respostas em junho para 31% hoje. Outros 37% consideram o governo regular. Os dados do levantamento são afetados pelas manifestações e protestos que ocorrem em todo o país desde junho. A pesquisa anterior da CNI foi feita antes do começo dos protestos.
A avaliação pessoal da presidente também piorou. No levantamento anterior, 71% aprovavam o jeito de Dilma governar, agora esse dado caiu para 45%. Os que desaprovavam a presidente eram 25%, e agora esse número subiu para 49%.
Manifestações nas ruas
As manifestações foram avaliadas pela pesquisa, que aponta que apenas 9% dos entrevistados estiveram nos protestos. Porém, 89% são favoráveis a eles.Mais de 30% dos entrevistados reprovaram as respostas dadas pelos governantes e pelo Congresso aos protestos, apontou a pesquisa. A maior desaprovação foi dada às medidas adotadas pela Câmara, com 39% dos entrevistados avaliando negativamente, seguida pelas adotadas pelo Senado, desaprovadas por 37%. As medidas anunciadas por Dilma foram avaliadas negativamente por 31% das pessoas, sendo que a nota média dada à presidente foi de 4,0, em uma escala de 0 a dez.
As manifestações marcam o governo. Questionados sobre as notícias que mais marcam a gestão de Dilma, 63% dos entrevistados citaram as manifestações; 33% lembraram de notícias sobre as respostas do governo ou do Congresso para atender as demandas das ruas. Apenas 8% dos entrevistados lembraram da reforma política. A presidente Dilma sugeriu, no conjunto das medidas para a crise, consultar a população sobre a reforma política por meio de um plebiscito.
Saúde é área com pior desempenho
De acordo com a pesquisa, a saúde é a área do governo é a que registra o pior desempenho do governo, sendo citada por 71% dos entrevistados. Uma das respostas dadas pela presidente Dilma às manifestações das ruas para essa área foi a criação do programa Mais Médicos, que tem medidas de levar médicos para o interior do país.
Em seguida, o pior desempenho do governo é apontado na área de segurança pública/ violência, por 40% dos entrevistados. Educação vem em terceiro, com 37% das respostas.
O programa Minha Casa Minha Vida repercute positivamente na população. A área com melhor desempenho no governo Dilma é a habitação, indicada por 28% dos entrevistados. As ações de combate à fome e à miséria foram apontadas por 23% dos entrevistados
Segundo a CNI, a pesquisa foi feita entre 9 e 12 de julho, com 7.686 pessoas com mais de 16 anos de idade, em 434 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais. ( O Globo)

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Previsão de crescimento do PIB na América Latina



Pibão à vista, no Paraguai. Suspenso do Mercosul com apoio da presidente Dilma Rousseff, país vizinho deve crescer 12,5% este ano, segundo projeção da Cepal (Comissão Econômica para América Latina e Caribe) divulgada nesta quarta-feira (24). A comissão rebaixou a previsão de expansão do PIB brasileiro, de 3% para 2,5%, o que coloca o país a frente apenas de El Salvador (2%) e Venezuela (1%) na América Latina. 

Fonte: Cepal

RESTAURANTE POPULAR SERÁ REABERTO NESTA SEGUNDA

A prefeitura de Itabuna vai reabrir nesta segunda feira, o restaurante popular. Será aberto das 11 as 14 horas com almoço custando R$ 2,00 ( dois reais ).O secretário da Assistência Social, José Carlos Trindade, disse que o Restaurante Popular não vai ser reaberto apenas para oferecer um simples almoço de baixo custo. “O que pretendemos é garantir, principalmente a segurança alimentar e nutricional visando à inclusão social das pessoas. É nosso desejo que as pessoas tenham acima de tudo uma melhor qualidade de vida”, afirmou.

VEREADOR VAI PARA A SESSÃO DA CÂMARA DE CARROÇA

O vereador Adalberto Rodrigues, o popular Zé da Burra, está cumprindo uma promessa de campanha e chamando a atenção da população de Riachão das Neves, no Oeste baiano. Zé da Burra vai para as sessões em uma carroça. Ele utilizou o veículo de tração animal durante toda sua campanha eleitoral, e garantiu que se fosse eleito não iria comprar carro de luxo, como fazem muitos políticos. 
Os adversários de Zé da Burra duvidaram que ele mantivesse o que prometeu na campanha, mas, para surpresa de todos, o vereador vem mantendo a palavra e mesmo envergando paletó e gravata, atravessa a cidade de carroça até o prédio da Câmara Municipal, onde o veículo fica estacionado, ao lado dos carros dos demais vereadores.

terça-feira, 23 de julho de 2013

AGU alerta governo para risco de racionamento e apagão em 2014

Divulgacao A Advocacia-Geral da União (AGU) alertou o governo para o risco de racionamento ou apagão de energia em 2014, caso o impasse judicial em torno do custo extra da energia termoelétrica não seja resolvido. As usinas, que têm um custo de operação elevado, foram usadas nos últimos meses por conta da escassez de água nos reservatórios de hidrelétricas. Segundo o jornal Correio Braziliense (23), o valor da conta já alcança R$ 5 bilhões.
“A imposição de um rateio de metade de todo o gasto com a energia fornecida por usinas a óleo e gás entre geradoras e comercializadoras já resultou em 10 liminares contrárias ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Para especialistas, todos os desfechos possíveis indicam, em algum momento, prejuízo certo para o bolso do consumidor”, diz o jornal.
A AGU argumenta que esse impasse pode acabar impedindo o acionamento de outras térmicas, ameaçando o fornecimento de energia durante a Copa de 2014.
Para o deputado federal Paulo Abi Ackel (PSDB-MG), integrante da Comissão de Minas e Energia da Câmara, a disputa de mercado no setor de energia é algo relativamente antigo.
“Interesses de distribuidoras, geradoras e produtoras são algo que sempre foi feito em linhas tênues, de interesses econômicos elevados. Na época de FHC, o governo sempre administrou isso se antecipando aos grandes problemas. No governo do PT, isso não aconteceu. Esse risco de apagão é mais uma demonstração de falta de visão estratégica, de gestão. É a arbitrariedade sobre os interesses de consumidores e distribuidores”, avalia.
O tucano critica o excessivo intervencionismo do governo petista no setor energético, que acaba por instituir normas “absolutamente desnecessárias, demagógicas e ineficientes para o país”.
“A situação é preocupante porque há uma desorganização setorial, de distribuidoras, produtoras e consumidores que vivem em estado de alerta, com receio de mais atos e excesso de medidas do Executivo, que fazem com que seja preciso buscar socorro no Judiciário”, afirma.
Abi Ackel teme ainda que o grande número de normas, portarias e atos administrativos envolvendo empresas como a Eletrobras, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e outros órgãos do governo possam levar o país a um “embaraço de medidas, regulamentadas por MPs”, que conduzirão a um possível apagão no ano que vem.

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